Sustentabilidade
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Martinho Lutero, um exemplo na sustentabilidade

Texto por Rita Trindade  |  Fotos Divulgação A cultura de sustentabilidade ainda não foi adotada pela maioria da população do nosso país e cabe aos educadores pensar numa escola que promova esse aprendizado, a fim de se ensinar a importância de atitudes de preservação, para que as gerações futuras não sofram com a destruição ambiental. […]

Texto por Rita Trindade  |  Fotos Divulgação

A cultura de sustentabilidade ainda não foi adotada pela maioria da população do nosso país e cabe aos educadores pensar numa escola que promova esse aprendizado, a fim de se ensinar a importância de atitudes de preservação, para que as gerações futuras não sofram com a destruição ambiental.

As escolas de um modo geral trazem em seu currículo o tema ecologia, mas cada uma se diferencia na maneira e qualidade de apresentação sobre o assunto. Há escolas que felizmente se tornam modelos a serem seguidos por seus exemplos diários de práticas sustentáveis, pois levam os alunos (crianças e adolescentes) a participarem ativamente desse processo, não somente no ambiente escolar, como também em casa e na sociedade.

Um exemplo de case de sucesso no trabalho de educação ambiental é a escola Martinho Lutero de Cachoeirinha. Reconhecida no município, a escola iniciou seu trabalho em 1985 e hoje atende alunos da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Ensino Médio. Confira a seguir alguns projetos sobre sustentabilidade que a escola desenvolveu em 2013.

Projeto iluminação energeticamente eficiente em residências

Coordenação: Professor Rodrigo Cima

O objetivo do projeto foi elaborar um documentário sobre lâmpadas econômicas com base na temática: Iluminação Energeticamente Eficiente em Residências. Segundo o professor Rodrigo Cima, o consumo de energia no país aumentou consideravelmente e esse fato se deve ao crescimento da população. “A demanda de energia elétrica está crescendo tão rapidamente como jamais havia sido esperado, além de uma ameaça ao meio ambiente, esse fator constituirá um dos maiores desafios socioeconômicos e tecnológicos a ser enfrentados pela população”, afirma.

Diante desse contexto, o trabalho dos alunos do 2º ano do Ensino Médio, Arthur Pandolfo de Lucca, Luiza Maciel de Andrade e Samuel Dittberner Weber, teve os seguintes objetivos: conscientizar as pessoas sobre a qualidade das lâmpadas econômicas, incentivar a substituição de lâmpadas incandescentes por lâmpadas econômicas para reduzir o consumo de energia e também preservar o meio ambiente, saber identificar a lâmpada com maior eficiência através da Etiqueta Nacional de Conservação de Energia (ENCE) e do Selo Procel – Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica e incentivar a reciclagem de lâmpadas, pois elas poluem o meio ambiente.

Rodrigo lembra ainda, que o uso de lâmpadas econômicas em residências promove gastos menores, iluminação mais eficiente e redução da poluição. “Podemos afirmar que a escolha de lâmpadas não é algo sem importância, pois as consequências são grandes, tanto para o nosso bolso, quanto para o ecossistema, já que a energia gasta é obtida destruindo um pouco do meio ambiente”, conclui.

Projeto Alimentação Saudável

Coordenação: Professoras Adriana Oliveira
e Tatiana Vieira.

Composteira com restos de frutas

O objetivo principal da iniciativa foi estimular uma alimentação mais saudável entre as crianças, como também a valorização e o reaproveitamento dos alimentos. Em torno de 40 alunos participaram do projeto. Os alunos desenvolveram várias ações como preparar os alimentos para consumo, plantio de sementes, criação e conservação da composteira, entre outras.

 

Projeto: Brincar e criar

Coordenação: Professora Susiane Cardoso Flores.

O objetivo principal do projeto foi resgatar brincadeiras antigas a partir da confecção de brinquedos com material reciclável. Os alunos, juntamente com a professora, confeccionaram de maneira criativa brinquedos como: vai e vem, bilboquê e pé de lata. No total, 13 alunos participaram do projeto. “Cada um fez do seu jeito. Foi uma diversão”, conta a professora Susiane.

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