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Comportamento
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Qual a minha participação?

| Carlos Panni Médico e escritor É comum ouvirmos pessoas queixando dos seus infortúnios, injustiças, mágoas, desacertos, prejuízos… Comum ouvi-las atribuindo aos outros as causas de tantas desgraças. Raramente alguém faz o “mea culpa”. Não que estejamos querendo culpar a quem quer que seja. O problema está em quem só busca culpados ou desculpas para […]

Qual a minha participação?

| Carlos Panni
Médico e escritor

É comum ouvirmos pessoas queixando dos seus infortúnios, injustiças, mágoas, desacertos, prejuízos…

Comum ouvi-las atribuindo aos outros as causas de tantas desgraças.

Raramente alguém faz o “mea culpa”. Não que estejamos querendo culpar a quem quer que seja. O problema está em quem só busca culpados ou desculpas para o mal que a aflige…

Em outras palavras, quando a pessoa não tem a humildade (e a sabedoria) de fazer uma análise mais ampla e profunda do problema e se incluir também nas causas e não só nas consequências, a solução estará longínqua. Para encontrar as verdadeiras razões – primeiro requisito para a solução – é mister fazer-se a pergunta:

– Qual a minha participação no processo?

Assim, em não se questionando – com sinceridade e clareza – acabará no fatídico círculo vicioso de repetir e repetir e repetir os seus fracassos e a culpar este, aquele ou aquele outro… Nunca a sua… “Pobre coitado!”

Este sofre da terrível doença chamada “desculpite”: fracassos e desculpas seguidas de mais fracassos e mais desculpas…

Assim é em qualquer empreendimento: matrimonial, familiar, profissional, empresarial e até espiritual…

E tem quem culpe até Deus pelos próprios malogros!

Quantas uniões matrimoniais se desfazem uma após outra… sempre por culpa do outro… Que lástima, “Não dão sorte no amor”!

Quantas crianças e adolescentes com sérios problemas emocionais e comportamentais por culpa da sociedade moderna!

Quantos “perdem” o emprego por culpa do patrão!

Quantas empresas falidas por culpa dos funcionários, pela má qualidade dos produtos dos fornecedores ou pelo “deslize” do contador!

Analisar (até com um bom analista, terapeuta, psicólogo…) a própria participação no processo dos insucessos pode ser incômodo e ferir o ego, mas é fundamental para elucidar os intrincados caminhos – muitas vezes inconscientes – das bobagens ou desastres que cometemos.

“Errar é humano”, diz o ditado, mas persistir no erro é muita presunção ou pouca sabedoria!

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Escrito por trcom

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