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Monja Coen e o caminho para a conexão com a felicidade

Gravataí recebeu, no dia 10 de outubro, no palco do Teatro do Sesc, a Monja Coen. A palestra intitulada “Conexão com a Felicidade” iniciou com um pedido à plateia para se colocarem em postura adequada, com a coluna cervical reta, cabeça, orelhas e nariz alinhados e olhos meio abertos. Em seguida, a orientação da Monja […]

Monja Coen e o caminho para a conexão com a felicidade

Gravataí recebeu, no dia 10 de outubro, no palco do Teatro do Sesc, a Monja Coen. A palestra intitulada “Conexão com a Felicidade” iniciou com um pedido à plateia para se colocarem em postura adequada, com a coluna cervical reta, cabeça, orelhas e nariz alinhados e olhos meio abertos. Em seguida, a orientação da Monja treinou a respiração do público que, conforme a budista, faz com que a pessoa esteja presente no aqui e no agora.

Uma das principais mensagens deixadas por ela é de que precisamos aprender a lidar com as emoções. Não deixar que sentimentos como a raiva, o medo e a inveja controlem a situação. “Eu não posso controlar o que eu sinto, mas posso escolher de qual forma eu reajo às adversidades. O sentimento surge como uma alavanca de transformação do mundo. Eu saio da minha zona de conforto com o que me incomoda para tomar uma ação efetiva ou fazer um movimento, ou escrever, falar com pessoas que podem modificar situações que não são benéficas”, afirmou.

A Monja enfatiza que a população está à procura de equilíbrio emocional e de autoconhecimento. “Este é o caminho da libertação. A tecnologia está aí, precisamos é saber usá-la para que não sejamos engolidos por ela. Crianças são reflexos dos pais, avós e da sociedade”, destacou.

Para Coen, o mais importante é o acolhimento entre as pessoas, amorosidade, o diálogo e estar presente. Sobre a tal Conexão com a Felicidade, a Monja Coen ensina que a prática da caridade é uma forma de se conectar com a felicidade. Entre os principais fatores de promover este vínculo com a alegria, ela cita a importância de estar e ser presente na vida de alguém, buscar o desenvolvimento da inteligência da capacidade de criatividade, não ter medo, buscar o autoconhecimento, ter uma vida ética, perceber as pessoas à sua volta, exercitar a paciência, ter compaixão, meditar e buscar a sabedoria que é a alavanca de transformação.

A missionária da tradição do Zen Budismo falou que o ser humano é grandioso e que tem o poder de transformar qualquer lugar ou coisa, sendo capaz de chorar e sorrir com as pessoas. Ela chamou a atenção para a prática da respiração consciente. “Todas as alterações emocionais mexem com a nossa respiração. Se começarmos a respirar com consciência, iremos perceber mudanças incríveis”, revelou.

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Escrito por trcom

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