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E essa tal capacidade de prever o futuro: real ou falsa?

| Eveline Juswiak Psicóloga – CRP 07/20725 Já percebeu que nós como seres humanos temos uma tendência em sermos “videntes”? Podemos chamar de previsão, de “sexto sentido” ou até mesmo de “achismo”, mas o fato é que muitos de nós alimentamos essa visão do futuro achando que sabemos O QUE acontecerá, COMO acontecerá, e muitas […]

E essa tal capacidade de prever o futuro: real ou falsa?

| Eveline Juswiak
Psicóloga – CRP 07/20725

Já percebeu que nós como seres humanos temos uma tendência em sermos “videntes”? Podemos chamar de previsão, de “sexto sentido” ou até mesmo de “achismo”, mas o fato é que muitos de nós alimentamos essa visão do futuro achando que sabemos O QUE acontecerá, COMO acontecerá, e muitas vezes julgamos como algo bom ou ruim antes mesmo de acontecer.

O ser humano tem uma capacidade maravilhosa de planejamento, de prever consequências de certas ações ou decisões, e talvez seja por isso que sobrevivemos até hoje. Mas isso está longe de ser vidente.

O que não percebemos é que muitas vezes essa habilidade nos prende em uma armadilha mental, onde nossas ações nos boicotam e confirmam nossa previsão. Como exemplo vou usar uma situação que ouvi no consultório há um tempo. Uma certa pessoa me contou que iria naquela semana em um show de uma banda que ele gostava muito, porém que ele já sabia que iria se incomodar, pois comprou um ingresso na pista.

Ele já estava prevendo que seria empurrado, pisado, que estaria apertado, e que nem conseguiria aproveitar. Sim, tem uma probabilidade real disso acontecer em um show, mas ele estava tão concentrado nisso que provavelmente já chegaria no evento de mau humor, toda vez que alguém o empurrasse se irritaria mais e mais, e completaria confirmando a previsão de que seria uma experiência horrível.

Mas o que aconteceria se ele fosse aberto para a experiência, mesmo com a possibilidade de ser ruim?

E quantas vezes você julga as experiências antes mesmo de vivê-las?

Essas previsões e julgamentos são feitos com base nas experiências anteriores, mas o que não percebemos é que elas não precisam se repetir. Muitas vezes se repetem pela forma como agimos com base nas nossas “previsões”.

Meu desafio é: viva as experiências de maneira mais aberta, menos apegado aos teus julgamentos e tuas previsões. Tenho certeza que irá se surpreender!

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Escrito por trcom

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