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Exercício físico
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Dançar para acalmar a alma e entrar em forma

Além dos óbvios benefícios para a definição do corpo, dançar ajuda a modelar as curvas e combater a gordura localizada: há aulas que queimam até 800 calorias por sessão.

Dançar para acalmar a alma e entrar em forma

Solução para dar fim às desculpas na hora de malhar, a gente sabe que não existe. Mas o que sabemos, sim, é que qualquer atividade física feita com prazer é um motivo extra para não se deixar levar quando bater a preguiça. Assim, a dança pode ser uma boa opção para movimentar o corpo sem sacrifício. Sem falar que faz muito bem para a autoestima.

Diferentes modalidades em academias e escolas especializadas oferecem todos os benefícios de uma atividade física tradicional. Com exercícios que trabalham habilidades como força, técnica e movimento, a dança pode mexer com o corpo tanto quanto aulas aeróbicas ou a própria musculação. É só escolher o estilo que se encaixa melhor ao seu perfil.

Além dos óbvios benefícios para a definição do corpo, dançar ajuda a modelar as curvas e combater a gordura localizada: há aulas que queimam até 800 calorias por sessão. As modalidades apresentadas aqui também trazem outro efeito colateral: a diversão. Faça a sua opção e entre no ritmo.

1- HIP HOP – Nascido em centros urbanos, o hip hop surgiu nos EUA nos anos 1960. Chegou ao Brasil na década de 1980, época em que a ginástica aeróbica começou a bombar nas academias com o objetivo de emagrecer. Muitos professores passaram a usar a música e os passos do hip hop para incrementar as aulas e torná-las mais divertida.

Por tratar-se de uma dança muito dinâmica, com trocas de suporte, agilidade e projeções aéreas, estes movimentos intensos e sincronizados mexem simultaneamente pernas, braços, ombros e cabeça, trabalhando o corpo como um todo. As partes mais requisitadas são os membros inferiores: glúteos, quadríceps e panturrilhas.

Uma aula de hip hop queima até 550 calorias, levando em conta fatores como nível de preparo, técnica e execução, tempo, clima, local e tipos de exercícios realizados. Além disso trabalha resistência muscular, isometria, equilíbrio, agilidade, emagrecimento e tonificação. Também ajuda a desenvolver consciência corporal, ritmo e noção espacial.

Quanto mais você faz, mais gasta caloria e mais rápido aprende os passos de dança. Assim, o mínimo de tempo para a prática surtir efeito seriam duas aulas por semana.

2- STILETTO – Adotado por divas do pop como Beyoncé, é uma aula de dança que mistura freestyle, hip hop e jazz, com uso de salto alto. O ritmo surgiu em Nova York pela necessidade de se aprender a dançar com saltos para clipes, shows e musicais. Os movimentos são leves e sutis, mexendo com braços, pernas, tronco e quadris, além de jogadas com o cabelo e olhares sensuais.

Tonifica, principalmente, glúteos e pernas, porém também trabalha bastante a região da cintura e o gasto estimado é de 600 calorias por aula. Como qualquer exercício só vai dar resultados se for feito com assiduidade. Mas essa modalidade não é indicada para pessoas com qualquer tipo de lesão em joelhos e coluna.

Como todas as danças, o ideal é fazer aula duas vezes por semana. E, sim, é feita de salto alto: não se esqueça de usar algum modelo confortável para dançar.

3 – JAZZ – A modalidade de dança surgiu da fusão das culturas africana e americana no século 17. Tem como características o gingado dos quadris, saltos e movimentos amplos herdados do balé clássico.

Assim como no balé, o jazz requer bastante flexibilidade e força. O foco depende do tipo de aula, pois ele tem diversos estilos. E basta uma hora de aula para emagrecer até 500 calorias, tonificando e modelando as curvas.

O jazz ajuda na autoestima, flexibilidade, força e equilíbrio, diminui a gordura localizada, além de melhorar a postura e a coordenação motora. Por ser um exercício em grupo, ajuda também na socialização.

Separe pelo menos duas horas por semana para praticar. Se puder mais vezes, três aulas já garantem uma maior rapidez para sentir os benefícios do jazz.

4. FLAMENCO – A dança é a fusão entre vocal, dança e música. O flamenco surgiu há dois séculos no sul da Espanha por influências culturais dos povos judeus, árabes e ciganos. Em 2010, foi oficializado pela Unesco como Patrimônio Imaterial da Humanidade.

O baile flamenco trabalha todas as partes do corpo e ajuda no fortalecimento do abdômen, assim como dos membros inferiores. Mais do que trabalhar um músculo de cada vez, a técnica abrange a musculatura corporal como um todo.

O gasto é de 350 calorias em uma hora de aula de nível intermediário. Já no nível avançado, o flamenco se compara a uma aula aeróbica de alto impacto com perda de 490 calorias. Ajuda no emagrecimento por ser uma atividade aeróbica e dinâmica.

Ele modela o corpo, fortalece músculos das pernas, afina a cintura, trabalha o abdômen, alinha postura, melhora o condicionamento físico e a coordenação motora. No entanto, para obter resultados, o mínimo é fazer aulas duas vezes por semana. Primeiramente, o investimento é apenas em sapatos especiais para a dança flamenca. Para os bailes, existem acessórios como castanholas, leques, chapéus e xales.

5. BALÉ FITNESS – Com base no balé clássico, mesclando exercícios de agachamento, abdominais e flexões, a versão fitness foi inventado pela bailarina Betina Dantas que, ao ter uma lesão no tornozelo e deixar o balé clássico, não se adaptou à musculação e criou o método, que usa a dança aliada a repetições para grupos musculares específicos.

A modalidade trabalha o corpo inteiro, principalmente, glúteos, abdômen e lombar. Além disso, melhora a postura, o tônus muscular no geral, a flexibilidade e o equilíbrio. A curto prazo, os principais benefícios são a melhora da postura e a definição muscular, porém, a médio prazo, o balé fitness promove a perda de peso. A aula avançada chega a queimar até 800 calorias se feita de maneira intensa.

O balé fitness melhora o condicionamento cardiorrespiratório e a postura, deixa o corpo longilíneo e ajuda também a dar mais agilidade para quem o pratica. O ideal é que se faça de duas a três aulas por semana para não precisar de uma atividade complementar. Importante: pessoas que já sofreram muitas lesões devem conversar com um médico antes de começar. As roupas mais adequadas são malhas, meia calça e sapatilhas.

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Escrito por TR Comunicação

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