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Coleção “Para gostar de ler”

A coleção “Para Gostar de Ler”, da Editora Ática, marcou a vida das crianças e adolescentes durante os anos 1980 a 2000 no Brasil. A primeira edição, lançada em 1977, reuniu textos de Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Carlos Drummond de Andrade. Conheça algumas delas relíquias valorosas da nossa literatura. Um País […]

Coleção “Para gostar de ler”

A coleção “Para Gostar de Ler”, da Editora Ática, marcou a vida das crianças e adolescentes durante os anos 1980 a 2000 no Brasil. A primeira edição, lançada em 1977, reuniu textos de Rubem Braga, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos e Carlos Drummond de Andrade. Conheça algumas delas relíquias valorosas da nossa literatura.

Um País Chamado Infância (1989) – O dia a dia de pais e filhos é marcado por momentos inesquecíveis. Desse cotidiano, Moacyr Scliar extraiu a inspiração para escrever as crônicas de “Um País Chamado Infância”. “Há um país chamado infância, cuja localização ninguém conhece ao certo. Pode ficar lá onde mora o Papai Noel, no Polo Norte; ao sul do Equador, onde não existe pecado, ou nas florestas da Amazônia ou na África misteriosa, ou mesmo na velha Europa (…)”, assim o autor descreve o mundo imaginário que criou nesta obra.

O Nariz e Outras Crônicas (1994) – No livro, Luis Fernando Verissimo flagra cenas cotidianas e as retrata com humor e descontração. Em uma das crônicas, uma mulher, de repente, começa a recitar trechos de propagandas de produtos no meio da sala. Em outra história, um pai briga com a professora do filho por um motivo banal. Passeando por lugares-comuns, como a escola, o ônibus ou uma casa de família, o autor revela que é possível se divertir mesmo em situações adversas.

Gol de Padre e Outras Crônicas (2005) – Um marido infiel, uma criança metida a espertinha e uma velha intrometida: esses são apenas alguns dos personagens reunidos por Stanislaw Ponte Preta em “Gol de Padre e Outras Crônicas”. A crônica que dá título ao livro conta o caso de um padre que organiza uma partida de futebol com muito rigor, mas, ao final do jogo, levanta a batina e dribla a bola a caminho do gol, mostrando que ainda sabe brincar como criança. Stanislaw, pseudônimo de Sérgio Porto, foi um jornalista e escritor carioca. Conhecido pelo seu humor ácido, ele morreu em 1968.

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Escrito por trcom

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