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Saúde
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Asma: doença pode ter sintomas minimizados

Aquela tosse seca, chiado no peito, dificuldade para respirar, respiração rápida e curta são os efeitos de uma doença crônica que não tem cura, mas com o tratamento adequado os sintomas podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo. Estamos falando da asma, uma doença inflamatória crônica, caracterizada pela dificuldade da entrada e […]

Asma: doença pode ter sintomas minimizados

Aquela tosse seca, chiado no peito, dificuldade para respirar, respiração rápida e curta são os efeitos de uma doença crônica que não tem cura, mas com o tratamento adequado os sintomas podem melhorar e até mesmo desaparecer ao longo do tempo. Estamos falando da asma, uma doença inflamatória crônica, caracterizada pela dificuldade da entrada e saída de ar dos pulmões, devido à inflamação das vias aéreas.

Segundo o Relatório Global da Asma de 2018, a asma mata cerca de mil pessoas todos os dias e afeta até 339 milhões de pessoas – e a prevalência está aumentando. Segundo Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), as mulheres são as mais acometidas pela doença: cerca de 3,9 milhões delas afirmaram ter diagnóstico da enfermidade contra 2,4 milhões de homens, ou seja, prevalência de 39% a mais entre o sexo feminino.

O traço genético da asma é o responsável pela impossibilidade de cura, exatamente como na hipertensão arterial, diabetes e outras doenças geneticamente determinadas. No entanto, quando a asma é leve na infância, em 50% dos casos ela desaparece na puberdade.

Tratamento da asma

O objetivo do tratamento da asma é melhorar a qualidade de vida da pessoa, por meio do controle dos sintomas e pela melhora da função pulmonar. O tratamento medicamentoso, que está disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), é realizado junto com medidas educativas e de controle dos fatores que podem provocar a crise asmática.

A definição do tratamento é feita a partir dos sintomas, do histórico clínico e da avaliação funcional conforme cada caso. São utilizados medicamentos para alívio rápido dos sintomas e para manutenção do controle da crise.

A base do tratamento da asma persistente é o uso continuado de medicamentos com ação anti-inflamatória, também chamados controladores, sendo os corticosteroides inalatórios (bombinha) os principais. Pode-se associar também medicamentos de alívio, com efeito broncodilatador.

Em todos os casos, é preciso reduzir a exposição aos fatores desencadeantes e agravantes da asma. A cada consulta, o paciente deve receber orientações para o autocuidado – identificação precoce dos sintomas, como proceder em caso de crise, controle e monitoramento da asma -, e ser agendado para reconsulta conforme a gravidade apresentada.

O SUS fornece tratamento desde 2011 aos asmáticos por meio do Programa Farmácia Popular. Medicamentos como brometo de ipratrópio, dirpoprionato de beclometasona e sulfato de salbutamol podem ser obtidos gratuitamente, sempre apresentando o CPF e da receita médica.

A maior concentração de ácaros é encontrada nos travesseiros e camas, estofados, bichos de pelúcia, carpetes, estantes de livros e cortinas. Por isso, é importante que esses locais estejam sempre limpos, principalmente onde o alérgico passa a maior parte do seu tempo. Essas medidas simples de limpeza são primordiais para que os asmáticos não tenham crises constantes.

Little girl coughing at the doctor checkup - a health profession

Classificação da gravidade da asma

A asma tem diferentes graus de gravidade, que podem evoluir ou regredir. O grau mais brando tem sintomas leves e com pausa. Manifesta-se em até dois dias por semana e até duas noites por mês. Ela pode evoluir até a um grau 4, onde ocorrem sintomas graves persistentes ao longo do dia, frequentemente durante a noite e várias vezes por semana.

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Escrito por trcom

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